segunda-feira, 31 de março de 2014

Leiam essa matéria, é muito importante para a categoria!



Foi feita uma divulgação das dez piores profissões no BRASIL. No topo da lista adivinham quem está: motorista de ônibus, ou seja, nós. Fomos eleitos os piores em remuneração salarial, profissão com a maior carga de estrese, exploração e de muita responsabilidade pois transportamos seres humanos. Nossa profissão é igual nas demais cidades do Brasil mas se não bastasse tanta injustiça ainda temos que enfrentar as diferenças salariais existentes pois cada cidade tem o seu piso salarial. A verdade meus colegas é que estamos FODIDOS (AS), maus remunerados e sem falar na cobrança por parte dos donos das empresas. Nos oferecem treinamentos para melhorar o atendimento ao cliente. Não disconcordo ma s, muitas vezes melhores condições de salários já resultaria em motorista trabalhando felizes, com paciência e atenção pois estariamos com nossas vida financeira bem resolvida. Nossos salários são insuficiente a ponto de termos de vender folga, férias, fazer empréstimos, fominha de manhã ou a tarde e o pior continuarmos enforcados. Os empresários tem mais lucros com a economia de funcionários, fora os famosos diretão de 14, 15 e 16 horas. Temos que vivermos de salário digno com as nossas responsabilidades e obrigações e não de horas extras. Se tivessemos um salário justo trabalharíamos menos e viveriamos com mais qualidade de vida, não ficaríamos vendo o tempo passar pela a janela do nosso ônibus. Fora que teríamos mais tempo com nossa família pois o tempo esse é REI e não para. Por essas razões expostas aqui é que devemos ganhar 1000 vezes R$ 3,00 (que é o valor da passagem nas grandes cidades). Somando teríamos um salário de R$ 3.000,00 sem perda de qualquer benefícios. Caros Colegas compartilhem essa mensagem com todos os MOTORISTAS que vocês conhecem e vamos fazer crescer este movimento por salários justos e melhores condições de vida. Que DEUS iluminem todos nós desse BRASIL e por todos os km percorridos pelos senhores e senhoras. Amém

sexta-feira, 28 de março de 2014

CAOS NO TRANSPORTE PUBLICO DO DF

Isso é uma verdadeira vergonha!o transporte publico de Brasilia esta uma calamidade,não tem fiscalização pra nada!A pirataria tomou conta da cidade estamos voltando a era Roriz onde  quem comanda a cidade são os piratas do transporte da muamba do Paraguay,ninguém faz nada .
As tão esperadas empresas novas ,que entram na licitação que foi uma verdadeira falcatrua .que todo mundo sabe disso ,estão sem o minimo de controle do sistema do transporte publico de um lado o sindicato manda,do outro os empresários que só querem arrecadar , e enquanto isso a população fica a mercê da ilegalidade
Todos os dias as 5: horas da manhã  inúmeras pessoas andam pé por mais de 1 km  arriscando a vida até porque também não tem policia nas ruas,até as paradas de ônibus para poder chegar mais cedo e conseguir um lugar pra ir pelo menos sentado até o seu local de trabalho,só que não conseguem porque ficam horas e mais horas esperando .... e cadê os ônibus novos..só tem pirata e já estão lotados.
Outro fato que me deixou sem entender muita coisa é que as empresas contratadas pelo GDF estão parecendo o senado ,a câmara dos deputados ,está uma verdadeira troca de cadeiras(Empresas)muito rodoviários estão deixando uma empresa para ser contratado por outra, e assim as vagas vão surgindo e eles não contratam ninguém é o caso da marechal e são José.
Quem quiser tirar suas duvida ,vai até a garagem da marechal no sia e veja quantas pessoa ficam  o dia todo implorando por uma oportunidade de emprego, e a resposta que eles dão é que não tem vaga e tem funcionário sobrando, a pergunta é essa?porque tem gente sobrando e não tem ônibus na rua?
Repensem as eleiçoes estão chegando,vai muito candidato bonzinho dizendo que vai mudar o tranporte ,vai acabar com essa pouca vergonha que virou brasilia blá blá blá............
Como diria Boris Casoy   ISSO É UMA VERGONHA



ANONIMO

terça-feira, 18 de março de 2014

Justiça veta financiamento de frota de ônibus do DF com verba do BNDES

Para juiz, há indício de irregularidades na licitação do transporte público.
Banco diz que não foi notificado; em nota, GDF diz não haver irregularidade.

Do G1 DF
Ônibus da nova frota do Distrito Federal (Foto: TV Globo/ Reprodução)Ônibus da nova frota do Distrito Federal
(Foto: TV Globo/ Reprodução)
A Justiça Federal determinou a suspensão de repasses do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o financiamento da nova frota de ônibus às empresas vencedoras da licitação do transporte público no Distrito Federal. A determinação partiu do titular da 8ª Vara, Antônio Cláudio Macedo da Silva, no final da tarde de sexta-feira (14). Cabe recurso.

Procurado pelo G1, o BNDES informou que não foi notificado sobre a decisão da Justiça até o fim da tarde desta segunda-feira (17) e que por isso não pode se manifestar a respeito.
Na sentença, Silva diz enxergar irregularidades no processo de licitação. “Entendo presentes os requisitos para a antecipação da tutela via concessão da medida liminar, tal a robusteza da prova, a verossimilhança das alegações e o evidente risco de dano irreparável aos cofres públicos”, afirmou.

Ônibus da Viação Pioneira quebrado em parada da W3 Norte, em Brasília (Foto: Lucas Salomão/G1)Segundo a decisão, há indícios de superfaturamento no preço da passagem pedido pelas empresas durante a licitação. O magistrado cita a representação do Ministério Público pedindo a anulação do processo por "comprovado superfaturamento das tarifas em razão da ausência de competitividade na concorrência".

O juiz também afirma que na ação popular que deu origem à investigação consta que houve formação de oligopólio, em desobediência ao edital, pois "duas empresas do mesmo grupo econômico sagraram-se vencedoras de dois lotes da licitação".

As empresas Piracicabana e Pioneira, ambas ligadas a dois irmãos da família Constantino, que controla a companhia aérea Gol, venceram lotes da licitação do transporte no DF. A Viação Piracicabana atua em linhas do Plano Piloto, Sobradinho I e II, Planaltina, Cruzeiro, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal. A Pioneira opera nas regiões do Gama, Paranoá, Santa Maria, São Sebastião, Itapoã e parte do Park Way.

O governo também afirma na nota que a decisão de suspender os repasses não tem efeito prático porque os ônibus já foram comprados e entregues aos novos operadores. O governo informa que vai se pronunciar pela Procuradoria-geral “em momento oportuno”, caso seja legalmente acionado sobre o assunto.
A asssesoria da Piracicabana diz que as duas empresas não faz parte do mesmo grupo econômico, "Não existe nenhum grupo econômico, não há nenhum tipo de ligação entre as empresas a não ser o fato de os donos serem irmãos. Simplesmente é a mesma família trabalhando no mesmo ramo, são donos e sócios diferentes. São empresas diferentes que ganharam as licitações para operarem em bacias diferentes", informou a assessoria.

Em nota, o GDF diz que o certame foi concluído obedecendo aos preceitos legais e que “a Justiça Federal não tem competência para decidir ou interferir em uma licitação realizada e concluída no âmbito do Distrito Federal, sem utilizar verbas federais”.

Pedido do MP
O Ministério Público do Distrito Federal pediu à Justiça a suspensão dos contratos com as empresas de ônibus vencedoras da licitação do transporte público no DF. O parecer foi enviado pelo promotor Cláudio João Medeiros Miyagawa Freire à 5ª Vara de Fazenda Pública do DF no último dia 6 de dezembro.
Ônibus da nova frota são apresentados em frente ao Palácio do Buriti (Foto: Lucas Nanini/G1)Ônibus da nova frota são apresentados em frente ao Palácio do Buriti (Foto: Lucas Nanini/G1)
A recomendação pela paralisação foi apenas para as empresas que ainda não começaram a atuar no DF, para não comprometer a prestação de serviço à população. Três das cinco empresas que venceram a concorrência já estão em operação (São José, Piracicabana e Pioneira).

No documento, o MP arrola uma série de denúncias de irregularidades no certame, como a vitória de duas empresas ligadas a um mesmo grupo econômico – Viação Pioneira e Viação Piracicabana, ambas da família Constantino.
O secretário de Transportes, José Walter Vazquez, e o diretor do DFTrans, Marco Antonio Campanella, durante entrevista (Foto: Lucas Nanini/G1)O secretário de Transportes, José Walter Vazquez, e o
diretor do DFTrans, Marco Antonio Campanella,
durante entrevista (Foto: Lucas Nanini/G1)
“Há fundado dano irreparável caso as empresas que ‘venceram’ a concorrência comecem a operar o sistema básico de transporte coletivo público do DF”, diz o promotor no parecer. Em dez anos, prazo de concessão, que pode ser renovado por mais dez, o faturamento estimado das empresas vencedoras da licitação é de R$ 10 bilhões.
O edital elaborado pelo GDF veda concorrência no mesmo lote ou em lotes distintos de empresas que tenham controle societário ou administradores comuns. Também é proibida a participação, ainda que indireta, em mais de um consórcio.
Documentos obtidos pelo G1 revelam que o grupo Constantino administra o equivalente a 40% das linhas de ônibus do Distrito Federal. As duas empresas ganharam no final do ano passado, na concorrência elaborada pelo GDF, o controle de dois dos cinco lotes em disputa, com linhas de ônibus em 18 regiões administrativas  
A Viação Pioneira é dirigida por Auristela Constantino e Cristiane Constantino. Em setembro de 2012, quando o edital do transporte já havia sido lançado, Henrique Constantino e Joaquim Constantino – irmãos de Auristela e Cristiane – deixaram a administração da Viação Piracicabana, mas mantiveram controle acionário da empresa, com praticamente 100% do capital social, conforme documento obtido pelo G1.
Quem assumiu a gestão da Piracicabana foi Maria Zélia Rodrigues de Souza França e Paulo Coelho, que têm, juntos, R$ 1 da empresa – o equivalente a 0,00003% das cotas de sociedade da Piracicabana. Os irmãos Constantino detêm os outros R$ 33.327.999 (trinta e três milhões e trezentos e vinte e sete mil novecentos e noventa e nove reais) da sociedade, que é dividida em cotas de R$ 1.
A ligação entre os sócios da Piracicabana e da Pioneira não é apenas familiar. Maria Zélia é também sócia da empresa de ônibus Expresso União, companhia controlada por Auristela e Cristiane Constantino. Assim, as duas sócias da Pioneira trabalham em conjunto com a administradora da Piracicabana em outra empresa.
Ao G1, o secretário de Transportes, José Walter Vazquez, disse não considerar que haja irregularidade no fato de as duas empresas terem como sócios integrantes da mesma família.
“As duas empresas são, inclusive, muito diferentes, possuem estilos distintos de gestão. O fato de serem da mesma família não contraria o edital, porque as empresas formam grupos econômicos distintos”, afirmou.
José Walter Vazquez também minimizou o fato de os administradores da Viação Piracicabana atuarem com as donas da Viação Pioneira na Expresso União.
“Ainda assim, não há a formação de um mesmo grupo econômico. Agora, quando se fala em transporte coletivo, não se trata de um mercado de concorrência perfeita. Para funcionar, o importante é o controle ativo e a regulação do poder público”, disse.
Sacha Reck
O Ministério Público também coloca em suspeição a participação do advogado Sacha Reck na elaboração do edital de licitação. O secretário de Transportes disse que Reck foi contratado pelo governo do DF para orientar a produção do certame porque é uma “referência” na área.
No entanto, o advogado representou empresas do Grupo Constantino e da família Gulin em vários processos judiciais, sendo que eles são sócios de três empresas que acabaram vencendo a licitação do Distrito Federal – Viação Pioneira e Viação Piracicabana (ambas ligadas à família Constantino) e Viação Marechal (Grupo Gulin).

“Se houve alguma irregularidade, quem deve responder por isso é o Sacha Reck”, afirmou José Walter Vasquez.
O advogado Rodrigo Muniz Santos, que representa Sacha Reck, disse ao G1 por e-mail que seu cliente "não configura como réu nem jamais foi intimado a qualquer título, para se manifestar no processo judicial em que foi proferido o parecer do Ministério Público do Distrito Federal".
Muniz destacou ainda que a Justiça do DF já rejeitou pedidos de liminares (decisões provisórias) para suspender a execução dos contratos entre o GDF e empresas de ônibus. O advogado critica o fato de o procurador não citar, no parecer, as decisões tomadas até agora pela Justiça a respeito da licitação.
"O parecer do Ministério Público, por descuido ou, quem sabe, por desconhecimento, não faz menção às decisões vinculantes do TJDFT, acabando por configurar mera reiteração de um pedido já vencido, que não deve encontrar ressonância no Judiciário", afirma o representante de Sacha Reck.